Que sou eu
Eu só sou, nada mais do que isso, porém por vezes não sou só, tenho a necessidade ser junto, preciso de amigos.
Um servo apaixonado pelo seu Senhor, de maneira que se indigna pelo que fazem do Evangelho de Jesus...
Wallison Muniz é natural de fortaleza-CE, prega o evangelho desde os seus 12 anos de idade quando era ainda um adolescente.
O marco de seu ministério é exatamente a característica escriturística de suas mensagens, pois geram em seus ouvintes uma reflexão para a mudança.
Além de pregar, wallison ama escrever, ainda não publicou nehuma obra em seu nome, porém em breve pretende expor o seus trabalhos literários.
Contatos: wallisondocaminho@gmail.com 0xx(85) 86194380
Me defino com esse texto de Oscar Wilde:
Um servo apaixonado pelo seu Senhor, de maneira que se indigna pelo que fazem do Evangelho de Jesus...
Wallison Muniz é natural de fortaleza-CE, prega o evangelho desde os seus 12 anos de idade quando era ainda um adolescente.
O marco de seu ministério é exatamente a característica escriturística de suas mensagens, pois geram em seus ouvintes uma reflexão para a mudança.
Além de pregar, wallison ama escrever, ainda não publicou nehuma obra em seu nome, porém em breve pretende expor o seus trabalhos literários.
Contatos: wallisondocaminho@gmail.com 0xx(85) 86194380
Me defino com esse texto de Oscar Wilde:
Escolho meus amigos
não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que
ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam
os bons de espírito nem os maus de hábitos. Fico com aqueles que fazem de mim
louco e santo. Deles não quero resposta, quero meu avesso. Que me tragam
dúvidas e angústias e agüentem o que há de pior em mim.
Para isso, só sendo
louco! Quero os santos, para que não duvidem das diferenças e peçam perdão
pelas injustiças.
Escolho meus amigos pela alma lavada e pela cara exposta. Não
quero só o ombro e o colo, quero também sua maior alegria. Amigo que não ri
junto, não sabe sofrer junto. Meus amigos são todos assim: metade bobeira,
metade seriedade. Não quero risos previsíveis, nem choros piedosos.
Quero amigos sérios, daqueles que fazem da
realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não
desapareça. Não quero amigos adultos nem chatos. Quero-os metade infância e
outra metade velhice! Crianças, para que não esqueçam o valor do vento no
rosto; e velhos, para que nunca tenham pressa. Tenho amigos para saber quem eu
sou. Pois ao vê-los loucos e santos, bobos e sérios, crianças e velhos, nunca
me esquecerei de que a "normalidade" é uma ilusão imbecil e estéril.